![]() - Postado por: krollzynha às 20h46 [ ] [ envie esta mensagem ] Dimmu Borgir - Allegiance Acariciado em um útero frio ele era Preto como piche e sem raios de sol O inferno o aguarda pacientemente Em um solo derramado de sangue Um nobre pesar mexeu seu coração Sempre pronto para morrer Numa sistematização sinistra Submissão é de ouro Como um aprendiz da violência Morticínios e derramamento de sangue Ele era como um objeto sendo processado Um destruidor alimentado à força Pronto para a abominação A vasta solidão nele testemunhou tudo Aqueles olhos aflitos E seus rostos cobertos de medo Tornaram a disciplina incondicional Fracasso inaceitável Hostes para o esquecimento Explorando o mais obscuro dos lugares Fedor de carne podre tomando conta de sua respiração Cada dia parecia como uma noite infinita Quando ele iria despertar deste vazio? Nenhuma outra voz do que a dele próprio Sempre contará O que foi real e onde ele esteve O que ele fez Você sangrou pela causa Como o resto dos homens dele? Você captou a euforia Como se fosse para matar? Como uma força de necromancia por trás de tudo Eles certamente batalharam até o fim Mas quando veio toda a glória E quem foi poupado para carregar seu corpo Só a pura morte e profundo demais para ser compartilhado Era tudo isso uma visão produzida em sua memória Para servir as devastações da loucura Na linha de frente? A vida perdeu para sempre sua inocência Nunca verá a luz do dia novamente Ele ponderou seus últimos poucos passos Nos reinos da morte Com suas mãos manchadas de sangue Coragem e consistência Bravura e valor Honra e orgulho Para que serve tudo isso - Postado por: krollzynha às 20h41 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() Cradle of Filth Eu ando, sozinho Num lugar para os mortos Dominado pela desgraça E aqui, eu cresci Tão admirador do medo Que juro ser o paraíso Oh doce Maio De luto Repele as pedras Com essas palavras rabiscadas em uma mão cortada As lágrimas caem feito caco de vidro que unem Em rios, como pecadores Arrebatados comigo para se unir ao maldito Um céu escurecido O dia em que a alegria morreu Caiu imediatamente noite adentro E permaneceu dentro de Sua visão Olhando para a faca Oh Deus, como é fácil agora o sacrifício Minha vida, para tê-la comigo Então adeus ao distante trovão Aquelas estrelas ineptas que eu tenho adorado Cai o pai, o vosso Pai Jaz em espera nas chamas no inferno Enquanto meu amor, uma flor vermelha-sangue Chama-me dos verdes arvoredos Ao lado da sepultura, eu choro Por favor, salve-me deste inferno que vivo Um céu escurecido O dia em que o riso morreu Caiu imediatamente noite adentro E permaneceu dentro de Sua visão Olhando para a faca Oh Deus, como é fácil agora sacrificar Minha vida, para tê-la comigo Olho por olho, como está na bíblia Minha fé é desperdiçada à queima dos ídolos Uma cruz a menos para pressionar o sobrevivente Desta agonia soberana E eu, (mais do que tentara Retirá-la da sua mente O torniquete do destino estava preso, quando Ela morreu...) Ainda sinto Sua presença tão divina Braços macios em minha garganta Como cisnes entrelaçados Som de passos no anoitecer se aproximando de mim Suicídio é uma fórmula experimentada e testada de libertação Agarro-me em Seu sussurro Como o vento pelos cedros Vejo Seu rosto em todas as feições naturais Em meio à névoa e vales sossegados de perturbação... Com alegria me enganando Suicídio é uma fórmula experimentada e testada de libertação Eu escuto Sua voz, de onde a sepultura desafia Seu canto de sereia para cantar junto, sem formosuras Notas de suicídio, harmonizadas em uma (escala) menor Toque um acorde com miséria Sem luz, nem recifes Nenhuma separação de romance me mantém A salvo dos mares tempestuosos Agora se afogando, ressoando Os dobres fúnebres de sinos badalam em meus sonhos Inimaginável de acalma-los em meio a este Inverno solitário e indiferente Um céu escurecido Daqui por diante este dia acaba Cai rapidamente noite adentro Não perco Abed de vista Olhando para a faca Oh Deus, que alívio foi sacrificar Minha vida, para tê-la comigo Nunca mais uma vítima de uma cruzada Onde as almas estão presas numa paliçada moral Eu corto meus pulsos e rapidamente vou embora... Eu viajo agora nas areias adornadas com jóias Sob a lua para as Terras de Verão* Para adornar de forma proibida Seus lábios A chama uma vez em minhas veias - Postado por: krollzynha às 20h31 [ ] [ envie esta mensagem ] Atualizando depois de 4 meses... Só pra atualizar msm...
- Postado por: krollzynha às 13h39 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() - Postado por: krollzynha às 22h13 [ ] [ envie esta mensagem ] Alvares de Azevedo Tarde de Outono O Poeta: - Postado por: krollzynha às 22h12 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() - Postado por: krollzynha às 22h11 [ ] [ envie esta mensagem ] Alvares de Azevedo Adeus, Meus Sonhos! Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! - Postado por: krollzynha às 22h10 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() - Postado por: krollzynha às 22h09 [ ] [ envie esta mensagem ] bem... - Postado por: krollzynha às 22h08 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() - Postado por: krollzynha às 16h30 [ ] [ envie esta mensagem ] Oskão - Apenas Mais Um Dia by Oskão Apenas mais um dia Para eu ficar aqui E te falar das coisas que eu prometi E sei que não vão acontecer, um dia Você vai se redimir e vir me procurar Mais eu já vou estar em outra Não venha mais me procurar E você naum vai me achar E tudo o que eu sentia não vai mais amenizar As coisas não são mais assim Não tenha pena de mim Apenas mais um dia superando nosso fim Apenas mais um dia Para eu ficar aqui E te falar das coisas que eu prometi E sei que não vão acontecer, um dia Você vai se redimir e vir me procurar Mais eu já vou estar em outra Não adianta me procurar Vou estar em outro lugar É longe dos lugares onde você vai estar Não adianta ligar pra mim Nem tudo é tão fácil assim Apenas mais um dia superando nosso fim..... - Postado por: krollzynha às 16h27 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() - Postado por: krollzynha às 16h26 [ ] [ envie esta mensagem ] Velhas Virgens - A Mulher que Não Vai Mais voltar Andando por uma rua vazia Espero uma mulher que não é mais minha Passo o tempo inventando histórias Contando estrelas que ninguém mais conta Estrelas que ninguém mais vai contar Correndo por uma estrada perdida Espero uma mulher que nunca foi minha Passo o tempo inventando canções E lembrando canções que ninguém mais canta Canções que ninguém mais vai cantar A garrafa vazia, jazz ao meu lado E o álcool já não pode me consolar Mas acabaram as canções Nem estrelas há pra contar E eu continuo esperando - Postado por: krollzynha às 16h20 [ ] [ envie esta mensagem ] ![]() - Postado por: krollzynha às 16h16 [ ] [ envie esta mensagem ]
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